sexta-feira, 4 de maio de 2012

Lendas



Algumas lendas.......

Boa parte da população não é nativa da ilha, são pessoas que chegaram e não conseguiram mais sair. Acredita-se que muitas delas foram enfeitiçadas apos beberem da agua da Fonte do Bicão.  Diz uma lenda que quem bebe a agua dessa fonte pode ficar de tal forma encantado que não conseguira mais voltar para o continente. Muitos que escaparam ao encanto não resistiram por muito tempo, retornaram mais tarde para dar início a uma nova hístoria em suas vidas.
Na verdade nem é preciso beber da fonte para se sentir encantado, quando menos se espera la esta você imaginando alguma forma de permanecer.


Outra lenda não comprovada, mas que faz sentido, é o nome da Vila do Abraão. Esta enseada ja era muita conhecida pelos navegadores que cruzavam o oceano em numero cada vez maior, fazendo do porto um ponto para reparação dos barcos, abastecimento de alimentos e agua.
Segundo essa lenda, na passgem do século XVI para XVII vivia aqui um ex-pirata de nome Abrahan Cocke muito experiente na reparação de caravelas. Os navegantes sabendo disso paravam sempre no porto do Abrahan.

Existe uma outra versão para o nome do local e talvez a mais provavél,  é de que o nome corresponde ao que a geografia do lugar se parece: uma abra ( pequena baia ) só que em escala maior: um abrão


Tem uma historia interessante, que conta que no ano de 1629 vivia no Abraão um pirata de nome Juan de Lourenzo que tinha o habito de roubar seus companheiros de profissão.
Depois da pilhagem ele enterrava os frutos de seu trabalho no terreno de sua casa ( Casa do pirata ), construída com pedras e argamassa à base de banha de baleia. Quando foi descoberto pelos seus companheiros foi obrigado a delatar o local onde escondia os furtos, depois disso foi morto. O que não foi imaginado é que foram enganados, mas ja era tarde. O tesouro continua enterrado, pois até hoje ninguém achou nada e a Casa do Pirata  é tomabada pelo Patrimonio Histórico eArtístico Nacional ( Decreto Lei nro 35, de 30 de novembro de 1937, pos Getulio Vargas )

Entre tantas histórias e lendas que existem, o que de fato sabemos é que a natureza ainda prevalece com sua força e soberania, neste lugar de nome Ipaum Guaçu ou Ilha Grande.

Mapa


Com cerca de 193 km2, nos 155 km de litoral estão distribuidas 106 praias, 7 enseadas e dezenas de vilarejos, tendo como ponto culminante o Pico da Pedra d’agua, com 1038 metros de altitude, seguido do Pico do Papagaio, com 985 metros e do Morro do Ferreira, com 735 metros.
Em 26 de junho de 1971 foi criado o Parque Estadual da Ilha Grande ( Decreto Lei nro. 15.273 ), que se estende por uma area de 55,94 km2, abrangendo 32 microbacias hidrograficas.
Por toda a ilha habitam diversas espécies de animais, como os macacos bugios, além de milhares de outros animais. No mar, o fascinio é pela transparência e tons verdes e azuis das praias e enseadas. Megulhar em suas aguas é ver-se envolvido por cardumes de coloridos peixes tropicais sobre um fundo coberto e colorido de colonias de corais, estrelas do mar, além de outros seres belissimos, como golfinhos, arraias, tartarugas  e até os tubarões brancos.

Historias da Ilha Grande


Um Pouco da Historia……
Conhecer a Ilha Grande è conhecer o paraiso. Com uma biodiversidade maravilhosa, com suas belezas naturais, com praias, cachoeiras, rios e Mata antlantica que recobre suas montanhas transformam essa ilha num verdadeiro paraiso ecologico.
A emanante energia que sentimos quando estamos na Ilha Grande, faça parte da história do local, com suas invasões, guerras, índios, piratas, barões, escravos, peste e presídio para presos políticos e bandidos.
Levantamentos arqueológicos comprovam que a Ilha Grande ja abrigou civilizações de até tres mil anos atras ( em uma ilhota entre as Praias do Leste e do Sul )
Entretanto, essa ilha de paraisos ja foi um dia conhecida como a Ilha do Diabo por ter abrigado na Praia de Dois Rios até o ano de 1994 ( ano da desativação ) o presídio de segurança máxima Instituto Penal Cândido Mendes.
Bem, a grande verdade é que entre historias e lendas, o que a maioria dos visitantes vem em busca da harmonia e da possibilidade de exercer os cinco sentidos em sua total plenitude: eles querem ver as matas;  querem sentir a brisa marinha; querem ouvir o canto dos passaros;  querem sentir o cheiro da mata, da chuva, respirar ar puro e querem saborear o gosto da aventura, dos peixes, dos frutos do mar.
Esse tipo de confraternização com a natureza somente sera valido se houver concientização ecologica por parte de todos, venham para a ILHA GRANDE ou como chamavam os índios Tupinambas e Goianaz, na língua tupi-guarani de Ipaum (Ilha) Guaçu (Grande).